Azul

Pássaros como o azul do céu
Percorrem os campos sem direção
No anoitecer e surgir do luar
Onde apenas se escuta a poesia da beleza

Formas que bailam das sombras
Comandam o pesar das estrelas
As cores já não tão vivas
Deleitam-se e deixam de brilhar

Reinício de algo sem fim
Onde a maestreza se desencontra
E renova-se confundindo o passado

Obra prima bem pintada
Cantarolada em verso e prosa
Esculpida em natureza
Desenhada em papel fino

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