Uma classe vazia

Na segunda-feira da semana retrasada (11/03), após o recreio, o nosso colega, Allan, saiu do colégio deixando todos preocupados, pois estava com os pés e pernas inchados. Todos ligamos para ele à tarde para saber como ele estava. Ficamos sabendo então, que ele ia ficar internado por algum tempo, e só depois de ele fazer os exames, ficamos sabendo o que ele tinha. Sentimos muito sua falta, principalmente no período de educação fisíca.
Na sexta-feira, eu fui visitá-lo, e ele estava alegre como sempre, apesar de estar ansioso para sair de lá. Enquanto eu estava la, a enfermeira foi verificar sua pressão, o que o deixou nervoso e fez sua pressão subir. Então, ele pediu que da proxima vez que ela viesse, verificasse com o aparelho manual que não fazia barulho.
No dia seguinte, ele teve o resultado dos exames e começou a fazer o tratamento. Na segunda-feira seguinte (18/03), ele teve alta. No dia 19/03, ele foi à escola, porém no dia 20/03, seus pés incharam novamente, e ele teve que ficar em casa de repouso, mas ao decorrer da semana, ele já estava melhor. Contudo, por sua imunidade estar baixa, ele pegou uma virose no fim de semana, e não pode ir à aula do dia 25/03, e nem ao passeio do dia 26/03, o que foi uma pena pois ele faz muita falta nessas horas com seu carisma marcante.
Finalmente, no dia 27/03, ele está melhor e voltou às aulas. Torcemos para que a partir de agora, ele fique bem e volte à rotina normal.

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Integração e o Mascote da Turma

Integração e o Mascote da Turma

No dia 20 de março, para comemorarmos o aniversário da professora Nice, fizemos um momento “relax” em um de seus dois períodos de aula. Todos os colegas ficaram de levar doces, salgados e bebidas para a confraternização. Tudo estava excelente!!! Outro fato relevante, no mesmo dia, foi a adoção do mascote da turma: um porquínho-da-índia. Ele se chamava Oliver, mas a turma impôs um novo nome a ele, e o nome escolhido foi Wellington. Infelizmente não podiamos continuar com ele na sala de aula devido ao barulho que o deixa bastante irritado, mas ele ainda continua como nosso mascote.

Internação Inesperada

Segunda, 11/03/13, desperta o celular às 06:30 como de costume, para iniciar uma nova semana. Tudo igual até as 10:30, quando do nada um colega avisa que meus pés estão inchados, e como não senti dor, não percebi. Meus pais foram avisados, e seguimos para o hospital. Chegando lá, passei pelo setor de triagem, e como minha pressão estava alta (em 16/10), fui encaminhado logo para ao médico.
Após a avaliação, foram pedidos vários exames. Depois de algumas horas, saíram o resultado. O médico disse que os resultados mostravam uma alta taxa de proteína, e provavelmente era um problema renal, afinal estava com 14g, quando o normal seria 0.02mg.
Permaneci internado por 8 dias, e durante este tempo foi um entra e sai de médicos e enfermeiras no meu quarto dia e noite. Minha pressão era medida em média 4 vezes ao dia, e permanecia alta. Exames de sangue eram feitos até 3 vezes por dia em função da proteína alta, e pra completar, ainda precisei fazer uma pulsão nos rins para uma biópsia, pois só este exame daria o diagnóstico preciso, e deu. Na sexta-feira, tivemos um primeiro resultado, a confirmação de uma infecção nos rins, neste mesmo dia foram acrescentados mais 3 comprimidos aos outros 12 que já estava tomando, sem contar as injeções e outras medicações na veia. Nossa! Era muita coisa, na verdade ainda é, tomo 15 comprimidos por dia e meço a pressão 3 vezes ao dia, e antes de qualquer atividade física, a pressão deve estar a baixo de 14/09.
Tive alta do hospital no dia 18/03/13, após muitas recomendações médicas e já com uma consulta marcada para 08/03/13.
Apesar de ser muito chato estar internado, fui muito bem tratado pelo pessoal do hospital, recebi muitas visitas e ligações de apoio, isso foi muito bom, mas o melhor mesmo é poder voltar para minha rotina, o que ainda estou tentando fazer.

O começo do fim

Para começar a falar sobre a memória atual, é indispensável mencionar a memória passada, pois foi essa que formou a atual turma 232. Buscando o primeiro ano do ensino médio na memória, nos deparamos com duas turmas em conflito, a 212 e a 213. Havia ainda uma outra turma, a 211, que era neutra em relação ao referido conflito. Infelizmente, neste mesmo ano, muitos alunos não obtiveram sucesso nos resultados finais, o que causou a necessidade de junção das turmas “rivais”. Além disso, migraram também para a sala ao lado, alguns colegas da 211, dando forma à 222. No começo, em 2012, ninguém teria imaginado tamanha proximidade, mas em pouco tempo de convivência, as diferenças foram esquecidas. União, alegria, amor, e muita comunicação, foram as principais características dessa junção perfeita, e mesmo que muitos professores pensassem ao contrário, obtivemos sucesso no final do ano letivo pois a maioria da turma foi aprovada. Neste ano, porém, a dissolução da turma não dependeu apenas de passar de ano, e sim, de escolhas pessoais, mas, assim como no ano anterior, mais algumas pessoas da 221 se integraram a nossa turma, e ainda, um aluno novo e colegas que tiveram a oportunidade de retornar.

Assim se deu a 232, que deu início ao fim do ensino médio, um fim muito especial, e que ainda vai render muitas memórias.